A narrativa do Ford Escort – “O carro pequeno que não é um”

A narrativa do Ford Escort – “O carro pequeno que não é um”

O nascimento:

O Ford Escort nasce de uma parceria entre a Ford de dois países, Reino Unido e Bélgica. No final da década de 60, iniciou-se a produção da produção em Halewood, no Reino Unido, seguida na Bélgica, em Genk. O automóvel chegou ao mercado em Janeiro de 1967.

A publicidade envolta do veículo foi o slogan “o carro pequeno que não é um” – o Escort, nos anos 50, foi escolhido para ser a versão simplificada da “Squire perua”, da linha Anglia.

As especificações:

O veículo possuía linhas simples e arredondadas, com os faróis circulares nas versões de entrada, e retangulares nas superiores. O automóvel tinha 4,05 m de comprimento, 1,57 m de largura, 1,49m de altura e 2,40m de distância entre os eixos, e pesava 770 kg. A mecânica do Ford Escort era tradicional: com tração traseira, câmbio manual de quatro marchas e o motor Kent, com comando de válvulas no bloco. Além disso, possuía o cabeçote de ferro fundido.

O motor 1,3 tinha 64 c.v. no Escort GT, que também contava com conta-giros. A Autocar, revista inglesa, descreveu o Escort dessa forma: “desempenho razoável para sua classe, boa transmissão, excelente direção, bons freios e preço competitivo de mercado”.

A concorrência:

Nas pistas e ralis, a Ford visava competir com o ágil mini Cooper, em 1968. O Escort substituiu o bem sucedido Ford Cortina nas competições, que teve versões exuberantes pela Lotus. Mas era muito grande e pesado para os ralis.

Após duas vitórias em 1980, o Vatanem, no ano seguinte, garantiu o troféu de pilotos no mundial de Rali (vencendo o Brasil no Mil lagoas, e na Acrópolo) com o mesmo modelo. No final da década de 80, a fábrica buscava um sucessor para o Sierra RS Cosworth, e Stuard Turner propôs usar a plataforma e o trem de força do Sierra, em 1988 se iniciou o projeto.

Em 1998, em Genebra, a Ford revela ao público o seu novo carro: o Focus – desenvolvido para atender o mercado norte-americano e europeu. O veículo manteve duas versões com motores: 1,6 a gasolina e 1,8 a turbodiesel.

O grande sucesso:

O último automóvel em produção saiu em 21 de julho de 200, em Halewood. Mas a produção na América Latina ocorreu até 2004, precisamente na Argentina. Foram fabricados 13,5 milhões de Escort’s – somando todas as gerações, em todas as unidades de produção do veículo. O Escort foi o carro mais vendido da Ford, e até hoje é considerado o modelo de maior produção em toda a história da fábrica e montadora Ford.

 

 

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Rota 101 e 116

 

Em Breve a Disposição.

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